Já há quem [Phil Marso] pretenda transformar a linguagem SMS em género literário. Nós não queremos. Mas lançámos o desafio. Um Diário de Miguel Torga integralmente “traduzido” em SMS. Escolhemos o “Diário XII”.
Micaela Andreia Neves e Márcia Arzileiro, ao tempo alunas da Licenciatura em Ciências da Informação do Instituto Superior Miguel Torga, aceitaram o repto. A conclusão do curso ia colocando o projecto em risco, algumas dezenas de páginas por “traduzir”. Mariana Alves e Laura Sobral (14 anos, estudantes do 8.º ano), esseémeésizaram as páginas em falta.
O resultado pode ser consultado aqui, em blog autónomo. Neste mesmo espaço pode o leitor confrontar algumas das páginas convertidas em SMS com o texto original. Que a experiência gere discussão, promova o debate em torno da língua portuguesa, é o nosso desejo.
Fica ainda o convite para visitarem o roteiro dos sítios referidos por Miguel Torga no seu “Diário XII”.
Por último, referência para o blog “TORGA EM SMS – OPINIÕES QUE CONTAM” (http://torgaemsms2.blogspot.com/). A coordenação do projecto solicitou a vários especialistas opinião sobre a iniciativa, pedindo-lhes também que se pronunciem sobre os desafios que se colocam à Língua Portuguesa, tendo por base a generalização da "linguagem SMS" entre os jovens. Os contributos recebidos serão publicados neste blog.
Dinis Manuel Alves (Coordenador do Projecto “Torga em SMS")
Sábado, 16 de Maio de 2009
Quarta-feira, 6 de Maio de 2009
Domingo, 3 de Maio de 2009
Telemóvel na sala de aula. Para usar sem limites, diz professora

A pergunta: Como podem os telemóveis ser utilizados na sala de aula? A resposta: às escondidas dos professores. Os alunos demoraram a perceber a pergunta da psicóloga da Escola Secundária Sebastião da Gama, em Setúbal. Afinal, são proibidos em quase todos os estabelecimentos de ensino. Eduarda Ferreira reformulou a questão. Como podem os telemóveis ajudar nas tarefas escolares dentro de uma sala de aula? Ah! Pois? Mas de que adianta responder se o seu uso continua interdito?
Eduarda Ferreira quer mudar essa premissa: "Gostava que as escolas perdessem o medo de cada vez que um telemóvel está nas mãos de um adolescente." Até porque poucos são os alunos que cumprem o regulamento: "Em vez de ser uma ameaça porque não transformar o aparelho num aliado dos professores?" A psicóloga passou da teoria à prática e convocou as cobaias que serviram de matéria-prima para trabalhar na sua tese de mestrado - 24 alunos do 7.o ao 9.o ano e 12 professores aceitaram participar na experiência.
As propostas dos alunos chegaram em catadupa. Usar a câmara para fotografar o quadro com o resumo da matéria, fazer vídeos para registar visitas de estudo, marcar as datas dos exames na agenda, configurar o alarme para lembrar que há trabalhos de casa a fazer, usar a internet para pesquisar, o bloco de notas para apontamentos, o bluetooth para partilhar ficheiros ou o gravador para reproduzir a aula em casa. Os professores nunca tinham pensado nisso. As ideias eram boas - excepto uma: "Enviar sms para passar as respostas dos testes uns aos outros." Sugestão chumbada; mas valeu a tentativa. (...)
i online, artigo de Kátia Catulo, 15.05.2009
Versão integral do artigo disponível aqui
Eduarda Ferreira quer mudar essa premissa: "Gostava que as escolas perdessem o medo de cada vez que um telemóvel está nas mãos de um adolescente." Até porque poucos são os alunos que cumprem o regulamento: "Em vez de ser uma ameaça porque não transformar o aparelho num aliado dos professores?" A psicóloga passou da teoria à prática e convocou as cobaias que serviram de matéria-prima para trabalhar na sua tese de mestrado - 24 alunos do 7.o ao 9.o ano e 12 professores aceitaram participar na experiência.
As propostas dos alunos chegaram em catadupa. Usar a câmara para fotografar o quadro com o resumo da matéria, fazer vídeos para registar visitas de estudo, marcar as datas dos exames na agenda, configurar o alarme para lembrar que há trabalhos de casa a fazer, usar a internet para pesquisar, o bloco de notas para apontamentos, o bluetooth para partilhar ficheiros ou o gravador para reproduzir a aula em casa. Os professores nunca tinham pensado nisso. As ideias eram boas - excepto uma: "Enviar sms para passar as respostas dos testes uns aos outros." Sugestão chumbada; mas valeu a tentativa. (...)
i online, artigo de Kátia Catulo, 15.05.2009
Versão integral do artigo disponível aqui
Quinta-feira, 9 de Abril de 2009
Polémica sobre a resistência da taquigrafia no Senado brasileiro

Nelson Mota é contra, André Galvão a favor.
(...) Em outro “aliás”, o “articulista” deveria saber que arquivo sonoro (gravações) “meramente transcrito” não é documento oficial. Mas não o sabe porque jamais consultou um arquivo sonoro da Casa. E não é só essa a diferença! A arte taquigráfica permite a decodificação “instantânea”, mercê de apurada técnica e trabalho em equipe, o interlocutor recebe a mensagem “falada” transformada em “documento escrito” em mínimo espaço de tempo. Para quem gosta de falar em “tecnologia”, salta aos olhos que nunca tenha compulsado o “link” da sessão on-line, produzido em tempo real pela Taquigrafia das duas Casas Legislativas.
O óbvio é que são códigos diferentes: o da fala e o da escrita. E à Taquigrafia cumpre o papel de “comutar” o canal para que a comunicação atinja verdadeira e oficialmente seus objetivos. E assim o faz de forma “instantânea”, em “tempo real”, codificando e decodificando as mensagens para que o interlocutor saiba, EM MENOR TEMPO POSSÍVEL, o que está passando no Parlamento. E a notícia antiga, como se sabe, não é notícia. Essa, também, a função da Taquigrafia.
Por certo, aquele “descobridor da pólvora” já deve ter lido muitos “Diários Oficiais” e o inteiro teor das notas taquigráficas que supedanearam as redações finais das leis a que obedece, cujo texto nem de longe são meras “transcrições” realizadas por quaisquer “alfabetizados não-surdos”...
Em vez de escrevê-las, deveria o desarticulado “articulista” gravar sua ineditíssima e perspicaz ideia no “gravadorzinho digital de 200 reais” que sugeriu ao Senado Federal, ASSIM, TALVEZ, AS BOBAGENS QUE ESCREVEU ATINGIRIA UM PÚBLICO BEM MENOR, OU MESMO — COMO MERECIDO — PÚBLICO ALGUM. Melhor que se perdesse em algum arquivo digital corrompido. (...)
09.04.2009
Versão integral da resposta de André Galvão disponível aqui
(...) Em outro “aliás”, o “articulista” deveria saber que arquivo sonoro (gravações) “meramente transcrito” não é documento oficial. Mas não o sabe porque jamais consultou um arquivo sonoro da Casa. E não é só essa a diferença! A arte taquigráfica permite a decodificação “instantânea”, mercê de apurada técnica e trabalho em equipe, o interlocutor recebe a mensagem “falada” transformada em “documento escrito” em mínimo espaço de tempo. Para quem gosta de falar em “tecnologia”, salta aos olhos que nunca tenha compulsado o “link” da sessão on-line, produzido em tempo real pela Taquigrafia das duas Casas Legislativas.
O óbvio é que são códigos diferentes: o da fala e o da escrita. E à Taquigrafia cumpre o papel de “comutar” o canal para que a comunicação atinja verdadeira e oficialmente seus objetivos. E assim o faz de forma “instantânea”, em “tempo real”, codificando e decodificando as mensagens para que o interlocutor saiba, EM MENOR TEMPO POSSÍVEL, o que está passando no Parlamento. E a notícia antiga, como se sabe, não é notícia. Essa, também, a função da Taquigrafia.
Por certo, aquele “descobridor da pólvora” já deve ter lido muitos “Diários Oficiais” e o inteiro teor das notas taquigráficas que supedanearam as redações finais das leis a que obedece, cujo texto nem de longe são meras “transcrições” realizadas por quaisquer “alfabetizados não-surdos”...
Em vez de escrevê-las, deveria o desarticulado “articulista” gravar sua ineditíssima e perspicaz ideia no “gravadorzinho digital de 200 reais” que sugeriu ao Senado Federal, ASSIM, TALVEZ, AS BOBAGENS QUE ESCREVEU ATINGIRIA UM PÚBLICO BEM MENOR, OU MESMO — COMO MERECIDO — PÚBLICO ALGUM. Melhor que se perdesse em algum arquivo digital corrompido. (...)
09.04.2009
Versão integral da resposta de André Galvão disponível aqui
Quarta-feira, 1 de Abril de 2009
Google estreia versão em miguxês moderno

O Google anunciou hoje a criação de uma nova versão de seu buscador em miguxês moderno, tornando assim a experiência de vários adolescentes mais intuitiva e prática junto às suas pesquisas.
De acordo com Marissa Mayer, Vice-presidente de Pesquisa de Produtos e Desempenho dos Usuários no Google, "enquanto países como o Canadá possuem duas línguas como o Inglês e o Francês, detectamos a necessidade de uma versão brasileira direcionada ao público adolescente, principalmente os que utilizam nossa rede de relacionamentos, o Orkut. Por esse motivo, estaremos na próxima semana lançando o Google em miguxês moderno, onde as sugestões de pesquisa também serão aprimoradas para eles".
Esta não é uma atitude inédita no Brasil. O contador, redirecionador e encurtador de URLs nacional Migre.me também começou a seguir a tendência recentemente, o que demonstra a rápida expansão da língua no país.
01.04.2009
Mentira do 1.º de Abril publicada aqui
De acordo com Marissa Mayer, Vice-presidente de Pesquisa de Produtos e Desempenho dos Usuários no Google, "enquanto países como o Canadá possuem duas línguas como o Inglês e o Francês, detectamos a necessidade de uma versão brasileira direcionada ao público adolescente, principalmente os que utilizam nossa rede de relacionamentos, o Orkut. Por esse motivo, estaremos na próxima semana lançando o Google em miguxês moderno, onde as sugestões de pesquisa também serão aprimoradas para eles".
Esta não é uma atitude inédita no Brasil. O contador, redirecionador e encurtador de URLs nacional Migre.me também começou a seguir a tendência recentemente, o que demonstra a rápida expansão da língua no país.
01.04.2009
Mentira do 1.º de Abril publicada aqui
Quarta-feira, 11 de Março de 2009
Keremos eskalar o Universo ke se fez pra nós o eskalar-mos

Reproduzimos página de "COIMBRA MANIFESTO 1925", assim conhecido através da edição que dele fez Petrus, no primeiro volume de "Os Modernistas Portugueses".
Página extraída do livro de Rita Marnoto (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), intitulado "Francisco Levita, Negreiros - Dantas. Uma página para a história da literatura nacional / Óscar, Pereira São-Pedro (Pintor), Tristão de Teive, Príncipe de Judá, Coimbra Manifesto 1925", edição FENDA, 2009.
Dica de Fernando Madaíl (Diário de Notícias)
A imagem linka para ficheiro pdf para que possa consultar a página ampliada.
Página extraída do livro de Rita Marnoto (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), intitulado "Francisco Levita, Negreiros - Dantas. Uma página para a história da literatura nacional / Óscar, Pereira São-Pedro (Pintor), Tristão de Teive, Príncipe de Judá, Coimbra Manifesto 1925", edição FENDA, 2009.
Dica de Fernando Madaíl (Diário de Notícias)
A imagem linka para ficheiro pdf para que possa consultar a página ampliada.
Segunda-feira, 9 de Março de 2009
UMA REGRA PARA CHÁVEZ OUTRA PARA OS LAGOSTINS
Faça as contas: num dia como hoje, o DN tem 56 páginas. Como cada página leva aí umas mil palavras (esta crónica tem 508), a edição ultrapassará as 56 mil. Multiplique-se por 143 anos, com épocas em que as páginas pareciam lençóis e as imagens eram poucas, e dá, garanto, um número com dez algarismos. Com tantas palavras, não faltam também os ocasionais palavrões. Umas vezes com reticências, como o "vai para o c..." por José Eduardo Martins no Parlamento e que é citado na edição de sexta-feira, ou, mais raro, sem recurso a quaisquer reticências.Um bom exemplo? E recente? Um longo artigo sobre os campos de arroz em Portugal, em que um agricultor se refere aos "cabrões dos lagostins". Não há hipótese de substituir o palavrão pelos salvadores três pontinhos. Fazer uma reportagem é mostrar a realidade. E se as pessoas praguejam assim enquanto estão com os pés enfiados na água num arrozal perto de Alcácer do Sal, é assim também que o jornalista as deve pôr a falar. Claro, a decisão é fácil porque os ofendidos nunca se queixarão. Fosse gente o substantivo que se segue ao palavrão e a decisão seria outra. Do redactor. No extremo, do seu editor.
Além dos palavrões editoriais, existem os de outro género: as gralhas. Quem trabalha num diário fundado no século XIX sabe bem o que é ser brindado com velhas histórias, como a do anúncio a "colchões com molas" que durante dias saiu a faltar uma letra (contava-se na revisão do DN que o comerciante não se queixou - nunca tivera tanta clientela!). Ou do artigo sobre "continhas" dos professores onde houve também um erro. Mas aí joga o azar, não a opção jornalística.
Encontrar um critério para não chocar sensibilidades é difícil. Houve uma música de 1995 de Pedro Abrunhosa que nos jornais era referida como Talvez f..., apesar de passar na rádio e até ter sido cantada na televisão no programa Parabéns (sem piii). Mas o DN já não hesitou quando mais de uma década depois teve de contar o caso de uma agressão de um pai a uma professora à frente dos alunos. No artigo, pode ler-se que o agressor terá "mandado a professora à merda". É daqueles casos que mandam publicar as palavras todas para se perceber o contexto. Como no caso do resmungo de Jesse Jackson sobre o ainda candidato Barack Obama, dizendo que quando o ouvia a falar de cima com os negros tinha vontade de lhe "cortar os tomates".
E se os jornais americanos escreveram sem pestanejar balls, em Portugal houve quem pudicamente traduzisse por "cortar os testículos". E logo depois, enquanto Obama não substituía George W. Bush, houve mais uma decisão difícil a tomar quando Hugo Chávez decidiu insultar os americanos. Optou-se no DN por publicar a frase completa, mas em castelhano: "váyanse al carajo, yanquis de mierda".
Que jeito dá por vezes que as línguas se pareçam entre si.
Lições a tirar? Só uma e em poucas palavras. Como tudo no jornalismo, além do livro de estilo, convém bom senso. Há soluções e soluções. E em caso de dúvida...

Leonídio Paulo Ferreira, Diário de Notícias, 09.03.2009
Segunda-feira, 2 de Março de 2009
O género de SMS
[Pergunta] Ultimamente, uma dúvida tem surgido nas conversas entre amigos!
Como agora utilizámos os télemoveis e os "sms", e temos a tendência para abreviar tudo, gostaria de saber qual o género da palavra ou sigla (não tenho a certeza) de "sms"!
Correctamente, devemos dizer:
«O sms»
«A sms»
Obrigada pela atenção!
Helena Alves :: Estudante :: Guimarães, Portugal
[Resposta] SMS é a sigla do sintagma em inglês Short Message Service. O núcleo deste sintagma é service e portanto o género atribuir seria «o SMS» — é este o género que lhe é atribuído nos sítios de especialidade. No entanto, na fala informal, é comum a opção por «a/uma SMS». Isto pode explicar-se de duas maneiras:
(i) ou os falantes não têm consciência da origem da sigla (o mesmo tendo acontecido, por exemplo, com a sigla TAC — ver «Textos Relacionados»)
(ii) ou trata-se de uma caso de elipse do nome mensagem, na expressão «mensagem SMS», fórmula que também é muito comum nos sítios consultados (outros casos: «a CP», «a PT»).
Ana Martins :: 02/03/2009
Respigado do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Como agora utilizámos os télemoveis e os "sms", e temos a tendência para abreviar tudo, gostaria de saber qual o género da palavra ou sigla (não tenho a certeza) de "sms"!
Correctamente, devemos dizer:
«O sms»
«A sms»
Obrigada pela atenção!
Helena Alves :: Estudante :: Guimarães, Portugal
[Resposta] SMS é a sigla do sintagma em inglês Short Message Service. O núcleo deste sintagma é service e portanto o género atribuir seria «o SMS» — é este o género que lhe é atribuído nos sítios de especialidade. No entanto, na fala informal, é comum a opção por «a/uma SMS». Isto pode explicar-se de duas maneiras:
(i) ou os falantes não têm consciência da origem da sigla (o mesmo tendo acontecido, por exemplo, com a sigla TAC — ver «Textos Relacionados»)
(ii) ou trata-se de uma caso de elipse do nome mensagem, na expressão «mensagem SMS», fórmula que também é muito comum nos sítios consultados (outros casos: «a CP», «a PT»).
Ana Martins :: 02/03/2009
Respigado do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
Domingo, 1 de Março de 2009
Dicionário da Internet e do Telemóvel

A Internet e o uso dos telemóveis não significam apenas uma revolução tecnológica. Provavelmente a maior revolução do uso destas novas tecnologias é social. A linguagem acaba assim por assumir um lugar central. Esta nova linguagem, mediada pelas redes de computadores e pelas redes de telemóveis, está a dinamizar a língua portuguesa sem a ameaçar nem a substituir, acrescentando-lhe uma nova expressividade e um feliz sentido de humor.Este livro contém mais de duas mil definições de novos vocábulos, mas também de frases e expressões, que estão a emergir como um novo vocabulário junto dos mais de 2 milhões de utilizadores portugueses da Internet e dos mais de 3 milhões portugueses que enviam mensagens escritas (SMS) através do seu telemóvel.
Saiba mais sobre este livro clicando aqui
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009
Mais de 50% dos adolescentes alemães preferem SMS a conversas com colegas
O envio de mensagens de texto (SMS) pelo telefone celular é o meio de comunicação preferido de 52% dos alemães que têm entre 14 e 19 anos, mais até que as conversas tête-à-tête, segundo um estudo do Instituto Allensbach.
"As novas tecnologias de comunicação modificam a cultura comunicativa e as várias gerações vêm evoluindo nesse âmbito de forma distinta nos últimos anos", indica a pesquisa, que ouviu duas mil pessoas na Alemanha.
Os dados revelam que enquanto o contato direto é o método preferido de comunicação para 65% das pessoas com entre 30 e 44 anos e para 70% daqueles que têm mais de 45, no caso dos jovens de 20 a 29 anos essa razão cai para 51%, e despenca para 36% entre os menores de 19 anos.
Dos entrevistados com entre 14 a 19 anos, dois terços gostam de bater papo pela internet e 52% falam regularmente por telefone.
Segundo o relatório, a internet permitiu um "renascimento" da comunicação escrita entre a população mais jovem, já que, embora só 11% deles redijam cartas, 47% dos escrevem e-mails.
Os números revelam que os mais jovens se comunicam mais por escrito que o resto dos grupos, sobretudo o dos maiores de 60 anos, que escrevem poucos e-mail (3% dos entrevistados) e cartas (20%).
O estudo diz ainda que os jovens de 14 a 19 anos preferem as mensagens SMS a qualquer outra forma de comunicação, são geralmente "mais impacientes" e sua expressão é "mais superficial".
Quanto aos temas que os entrevistados abordam em suas conversas, 73% deles falam das novidades de amigos e conhecidos, 66% se referem à vida cotidiana, 62% falam da família e 58% se refere ao trabalho e a planos de viagem.
Questões médicas e de ordem alimentar são outros assuntos comuns, mais abordados que questões políticas, econômicas ou ambientais, que, segundo o instituto, são secundárias.
O assunto da atualidade mais discutido pelos entrevistados é o novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, seguido da crise econômica e do tempo.
EFE/Portal TERRA, 28.02.2009
"As novas tecnologias de comunicação modificam a cultura comunicativa e as várias gerações vêm evoluindo nesse âmbito de forma distinta nos últimos anos", indica a pesquisa, que ouviu duas mil pessoas na Alemanha.
Os dados revelam que enquanto o contato direto é o método preferido de comunicação para 65% das pessoas com entre 30 e 44 anos e para 70% daqueles que têm mais de 45, no caso dos jovens de 20 a 29 anos essa razão cai para 51%, e despenca para 36% entre os menores de 19 anos.
Dos entrevistados com entre 14 a 19 anos, dois terços gostam de bater papo pela internet e 52% falam regularmente por telefone.
Segundo o relatório, a internet permitiu um "renascimento" da comunicação escrita entre a população mais jovem, já que, embora só 11% deles redijam cartas, 47% dos escrevem e-mails.
Os números revelam que os mais jovens se comunicam mais por escrito que o resto dos grupos, sobretudo o dos maiores de 60 anos, que escrevem poucos e-mail (3% dos entrevistados) e cartas (20%).
O estudo diz ainda que os jovens de 14 a 19 anos preferem as mensagens SMS a qualquer outra forma de comunicação, são geralmente "mais impacientes" e sua expressão é "mais superficial".
Quanto aos temas que os entrevistados abordam em suas conversas, 73% deles falam das novidades de amigos e conhecidos, 66% se referem à vida cotidiana, 62% falam da família e 58% se refere ao trabalho e a planos de viagem.
Questões médicas e de ordem alimentar são outros assuntos comuns, mais abordados que questões políticas, econômicas ou ambientais, que, segundo o instituto, são secundárias.
O assunto da atualidade mais discutido pelos entrevistados é o novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, seguido da crise econômica e do tempo.
EFE/Portal TERRA, 28.02.2009
Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009
2b? Nt2b? ???

Clássicos britânicos traduzidos em linguagem SMS
As principais obras da literatura britânica foram traduzidas para linguagem de SMS, como forma de ajudar os estudantes do Reino Unido a rever a matéria para os exames. O serviço condensa clássicos como «Orgulho e Preconceito» ou as peças de Shakespeare.
Frases emblemáticas como o clássico «Ser ou não ser, heis a questão» («To be or not to be, that is the question»), de Hamlet, foram transformados em «2b? Nt2b? ???». Uma tradução que, de acordo com o professor John Sutherland, da Universidade de Londres, demonstra a capacidade dos SMS de apreender os principais pontos de uma história».
O projecto foi criado pelo serviço de telemóveis dot.mobile e conta com a ajuda deste académico, que traduziu as obras. Para Sutherland, o serviço abre todo um leque de oportunidades a nível pedagógico.
Diário Digital 17.11.2005
As principais obras da literatura britânica foram traduzidas para linguagem de SMS, como forma de ajudar os estudantes do Reino Unido a rever a matéria para os exames. O serviço condensa clássicos como «Orgulho e Preconceito» ou as peças de Shakespeare.
Frases emblemáticas como o clássico «Ser ou não ser, heis a questão» («To be or not to be, that is the question»), de Hamlet, foram transformados em «2b? Nt2b? ???». Uma tradução que, de acordo com o professor John Sutherland, da Universidade de Londres, demonstra a capacidade dos SMS de apreender os principais pontos de uma história».
O projecto foi criado pelo serviço de telemóveis dot.mobile e conta com a ajuda deste académico, que traduziu as obras. Para Sutherland, o serviço abre todo um leque de oportunidades a nível pedagógico.
Diário Digital 17.11.2005
Italiano lança livro de ficção escrito em celular
Um italiano decidiu usar seu celular para escrever um romance durante sua jornada diária para o trabalho. Robert Bernocco, profissional de tecnologia informação, aproveitou o tempo de deslocamento para o trabalho e dele para casa para escrever o livro de ficção científica de 384 páginas "Compagni di Viaggo" ("Companheiros de Viagem"). Ele usou para isso seu celular Nokia equipado com o sistema de digitação T9.
Realmente foi uma questão de administração de tempo. Ele tinha o livro dentro dele e queria escrever, mas percebeu que simplesmente não tinha tempo para sentar diante de um computador para fazer isso", disse Gail Jordan, diretor de relações públicas da editora Lulu.com.
Escrevendo em italiano, em vez de usar abreviações comuns de mensagens de texto, Bernocco dividiu o manuscrito em parágrafos curtos e depois os transferia para um computador onde podiam ser editados.
"Há alguns anos eu iria penar para encontrar tempo e uma editora que me permitissem criar este livro", disse Bernocco em comunicado. "Graças ao meu Nokia e à Lulu eu me orgulho de ser um escritor com livro publicado."
A Lulu.com tem mais de um milhão de membros registrados e foi criada pelo empresário canadense Bob Young para publicar livros, vídeos e conteúdos multimídia com a ajuda da Internet. Há cerca de 323 mil itens disponíveis na Lulu.com. O livro de Bernocco ocupa o lugar de número 19.720 em termos de vendas e pode ser comprado por US$ 17,38.
Portal TERRA, 27.07.2007
Realmente foi uma questão de administração de tempo. Ele tinha o livro dentro dele e queria escrever, mas percebeu que simplesmente não tinha tempo para sentar diante de um computador para fazer isso", disse Gail Jordan, diretor de relações públicas da editora Lulu.com.
Escrevendo em italiano, em vez de usar abreviações comuns de mensagens de texto, Bernocco dividiu o manuscrito em parágrafos curtos e depois os transferia para um computador onde podiam ser editados.
"Há alguns anos eu iria penar para encontrar tempo e uma editora que me permitissem criar este livro", disse Bernocco em comunicado. "Graças ao meu Nokia e à Lulu eu me orgulho de ser um escritor com livro publicado."
A Lulu.com tem mais de um milhão de membros registrados e foi criada pelo empresário canadense Bob Young para publicar livros, vídeos e conteúdos multimídia com a ajuda da Internet. Há cerca de 323 mil itens disponíveis na Lulu.com. O livro de Bernocco ocupa o lugar de número 19.720 em termos de vendas e pode ser comprado por US$ 17,38.
Portal TERRA, 27.07.2007
Domingo, 22 de Fevereiro de 2009
SMS: a história de uma ideia que mudou a comunicação moderna
Primeiros SMS serviam apenas para alertar de problemas na rede
Há 15 anos era impensável uma guerra de SMS como a que envolveu recentemente Marques Mendes e Luís Filipe Menezes, tentando mostrar quem foi o responsável pela ideia das eleições directas para a liderança do PSD. Era impensável porque as mensagens de texto conhecidas por SMS (de short message service ou serviço de mensagens curtas) enviadas por telemóvel tinham acabado de ser inventadas.O nascimento do SMS, que permite criar uma mensagem até 160 caracteres (incluindo espaços), é comemorado em duas fases. O primeiro envio de uma mensagem de texto para um telemóvel foi feito a partir de um computador a 23 de Julho de 1992.
A primeira mensagem comercial entre telemóveis só foi realizada a 3 de Dezembro desse ano. Dessa primeira mensagem pouco se sabe, excepto que foi enviada pelo engenheiro Neil Papworth (as opiniões dividem-se se a partir do Sema Group ou da Airwide Solutions), através da rede da Vodafone, para um director desta operadora no Reino Unido, Richard Jarvis. Desejava-lhe antecipadamente um bom Natal (Merry Christmas). Já a primeira mensagem comercial foi enviada por Riku Pihkonen, estagiário da Nokia.Pensado inicialmente como um sistema paralelo para alertar o utilizador do telemóvel para novos serviços ou receber mensagens de aviso de problemas na rede, o SMS não era apelativo para as operadoras - não só porque tinham as suas receitas preferenciais na voz, como não imaginavam que alguém quisesse optar por escrever mensagens num minúsculo teclado quando podia falar pelo aparelho.Nestas condições, não admira que o SMS só tenha descolado comercialmente a partir de 1999, quando as operadoras telefónicas permitiram a circulação de SMS entre redes diferentes.
Em paralelo, com a introdução de sistemas de pagamento mais atractivos (como o pré-pago), o telemóvel generalizou-se junto das camadas jovens que, para pouparem uns tostões, optaram pelas acessíveis mensagens e surpreenderam as operadoras - bem como os puristas que rapidamente viram o descalabro em que a escrita neste meio se tornou e alastrou ao ambiente escolar. As frases eram condensadas para permitir um envio mais rápido.O serviço estava delineado desde 1985 quando foi integrado nas especificações da norma GSM que as redes de telemóveis europeias utilizam. Já a paternidade das SMS é duvidosa. Cor Stutterheim, presidente da empresa CMG, revelou em 2002 ao diário The Guardian que a empresa criou esta tecnologia para as operadoras "alertarem os seus clientes sobre coisas como problemas com a rede". A tecnologia "não foi pensada para comunicação entres consumidores". Acision assume ter criado o primeiro sistema de gestão das mensagens (SMSC ou short message service center), que apenas conseguia gerir 10 envios por segundo. Segundo a empresa, que assegura "processar mais de metade de todo o tráfego global de SMS", o primeiro contrato foi assinado com a operadora escandinava Telenor e só em 1999 se atingiu o envio de 500 mensagens por segundo.Em 1995, a média de SMS enviados por utilizador de telemóvel era de 0,4 mensagens, número que subiu para 35 em 2000.
O virar do século contribuiu, por outras razões, para o sucesso deste tipo de comunicação quando surgiram programas televisivos como o "Big Brother" que convidavam os espectadores a interagir pelo telemóvel.Em 2001, atingiram-se os 250 mil milhões de mensagens enviadas quando se apontava então para 500 milhões de clientes de redes GSM. Segundo a União Internacional das Telecomunicações (ITU), o valor global destas mensagens ultrapassou os 80 mil milhões de dólares em 2006. Actualmente, calcula-se que são processadas 7000 milhões de mensagens por dia e os sistemas de gestão de envios atingem as 16 mil mensagens por segundo.O sucesso das SMS pode ser condensado no anúncio, realizado no final de Julho, de que o SMS Forum (organização cuja missão era "desenvolver, acelerar e promover as SMS") vai desaparecer até final do ano.
Pedro Fonseca, Diário de Notícias, 31.08.2007
Há 15 anos era impensável uma guerra de SMS como a que envolveu recentemente Marques Mendes e Luís Filipe Menezes, tentando mostrar quem foi o responsável pela ideia das eleições directas para a liderança do PSD. Era impensável porque as mensagens de texto conhecidas por SMS (de short message service ou serviço de mensagens curtas) enviadas por telemóvel tinham acabado de ser inventadas.O nascimento do SMS, que permite criar uma mensagem até 160 caracteres (incluindo espaços), é comemorado em duas fases. O primeiro envio de uma mensagem de texto para um telemóvel foi feito a partir de um computador a 23 de Julho de 1992.
A primeira mensagem comercial entre telemóveis só foi realizada a 3 de Dezembro desse ano. Dessa primeira mensagem pouco se sabe, excepto que foi enviada pelo engenheiro Neil Papworth (as opiniões dividem-se se a partir do Sema Group ou da Airwide Solutions), através da rede da Vodafone, para um director desta operadora no Reino Unido, Richard Jarvis. Desejava-lhe antecipadamente um bom Natal (Merry Christmas). Já a primeira mensagem comercial foi enviada por Riku Pihkonen, estagiário da Nokia.Pensado inicialmente como um sistema paralelo para alertar o utilizador do telemóvel para novos serviços ou receber mensagens de aviso de problemas na rede, o SMS não era apelativo para as operadoras - não só porque tinham as suas receitas preferenciais na voz, como não imaginavam que alguém quisesse optar por escrever mensagens num minúsculo teclado quando podia falar pelo aparelho.Nestas condições, não admira que o SMS só tenha descolado comercialmente a partir de 1999, quando as operadoras telefónicas permitiram a circulação de SMS entre redes diferentes.
Em paralelo, com a introdução de sistemas de pagamento mais atractivos (como o pré-pago), o telemóvel generalizou-se junto das camadas jovens que, para pouparem uns tostões, optaram pelas acessíveis mensagens e surpreenderam as operadoras - bem como os puristas que rapidamente viram o descalabro em que a escrita neste meio se tornou e alastrou ao ambiente escolar. As frases eram condensadas para permitir um envio mais rápido.O serviço estava delineado desde 1985 quando foi integrado nas especificações da norma GSM que as redes de telemóveis europeias utilizam. Já a paternidade das SMS é duvidosa. Cor Stutterheim, presidente da empresa CMG, revelou em 2002 ao diário The Guardian que a empresa criou esta tecnologia para as operadoras "alertarem os seus clientes sobre coisas como problemas com a rede". A tecnologia "não foi pensada para comunicação entres consumidores". Acision assume ter criado o primeiro sistema de gestão das mensagens (SMSC ou short message service center), que apenas conseguia gerir 10 envios por segundo. Segundo a empresa, que assegura "processar mais de metade de todo o tráfego global de SMS", o primeiro contrato foi assinado com a operadora escandinava Telenor e só em 1999 se atingiu o envio de 500 mensagens por segundo.Em 1995, a média de SMS enviados por utilizador de telemóvel era de 0,4 mensagens, número que subiu para 35 em 2000.
O virar do século contribuiu, por outras razões, para o sucesso deste tipo de comunicação quando surgiram programas televisivos como o "Big Brother" que convidavam os espectadores a interagir pelo telemóvel.Em 2001, atingiram-se os 250 mil milhões de mensagens enviadas quando se apontava então para 500 milhões de clientes de redes GSM. Segundo a União Internacional das Telecomunicações (ITU), o valor global destas mensagens ultrapassou os 80 mil milhões de dólares em 2006. Actualmente, calcula-se que são processadas 7000 milhões de mensagens por dia e os sistemas de gestão de envios atingem as 16 mil mensagens por segundo.O sucesso das SMS pode ser condensado no anúncio, realizado no final de Julho, de que o SMS Forum (organização cuja missão era "desenvolver, acelerar e promover as SMS") vai desaparecer até final do ano.
Pedro Fonseca, Diário de Notícias, 31.08.2007
Sábado, 21 de Fevereiro de 2009
Editora promove livro via SMS
A editora inglesa Random House resolveu buscar novos leitores a partir de celulares, oferecendo aos consumidores a chance de ler gratuitamente o primeiro capítulo do manual de negócios Life´s A Pitch através de mensagens SMS.
O site inglês NMA afirma que a divulgação é resultado de uma parceria com a ICUE, companhia britânica focada em conteúdo escrito digitalizado para celulares. Junto ao oferecimento gratuito da prévia do livro, os consumidores receberão um desconto de 40% na compra do manual nas livrarias.
Alguns sites, como o Gizmóvil, são céticos quanto à novidade, já que muitos usuários se sentem incomodados ao ler documentos em monitores ou pequenas telas de celulares. Muitos usuários se perguntam quantas mensagens seriam necessárias para que o capítulo completo fosse recebido em um aparelho.
Porém, uma pesquisa na Wikipédia aponta que o modelo de negócio normalmente utilizado pela ICUE é um pouco diferente. Através do download de um aplicativo Java baixado para o celular, os usuários podem acessar uma biblioteca virtual enviando uma mensagem instantânea para um número da operadora. O site do livro, no endereço lifesapitch.uk.com, diz que para solicitar o primeiro capítulo gratuitamente, os interessados deverão mandar uma mensagem SMS para um número determinado, com a palavra "pitch".
Portal TERRA, 12.03.2007
O site inglês NMA afirma que a divulgação é resultado de uma parceria com a ICUE, companhia britânica focada em conteúdo escrito digitalizado para celulares. Junto ao oferecimento gratuito da prévia do livro, os consumidores receberão um desconto de 40% na compra do manual nas livrarias.
Alguns sites, como o Gizmóvil, são céticos quanto à novidade, já que muitos usuários se sentem incomodados ao ler documentos em monitores ou pequenas telas de celulares. Muitos usuários se perguntam quantas mensagens seriam necessárias para que o capítulo completo fosse recebido em um aparelho.
Porém, uma pesquisa na Wikipédia aponta que o modelo de negócio normalmente utilizado pela ICUE é um pouco diferente. Através do download de um aplicativo Java baixado para o celular, os usuários podem acessar uma biblioteca virtual enviando uma mensagem instantânea para um número da operadora. O site do livro, no endereço lifesapitch.uk.com, diz que para solicitar o primeiro capítulo gratuitamente, os interessados deverão mandar uma mensagem SMS para um número determinado, com a palavra "pitch".
Portal TERRA, 12.03.2007
Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009
Site oferece livros em pequenas porções via celular

Como é que temos tempo para lidar com centenas de e-mails a cada dia mas nunca nos restam os preciosos momentos necessários para ler um bom livro? É isso que Albert Wenger e Susan Danziger estão tentando remediar com o DailyLit, um novo site para as pessoas que, apesar da pressa, apreciam a literatura.
No http://www.dailylit.com/, o usuário assina para receber porções diárias, via e-mail, de centenas de livros que estão em domínio público. O leitor pode escolher o horário de envio e a periodicidade (todos os dias de semana à meia-noite, por exemplo), e o DailyLit manterá a caixa de mensagens abastecida com doses gratuitas de Dostoiévski ou Dickens, que podem ser lidas em cinco minutos. Pode-se ler A importância de ser sério, de Oscar Wilde, em 28 trechos enviados por e-mail, por exemplo, ou "A origem das espécies", de Charles Darwin, em 205 porções de fácil digestão.
No http://www.dailylit.com/, o usuário assina para receber porções diárias, via e-mail, de centenas de livros que estão em domínio público. O leitor pode escolher o horário de envio e a periodicidade (todos os dias de semana à meia-noite, por exemplo), e o DailyLit manterá a caixa de mensagens abastecida com doses gratuitas de Dostoiévski ou Dickens, que podem ser lidas em cinco minutos. Pode-se ler A importância de ser sério, de Oscar Wilde, em 28 trechos enviados por e-mail, por exemplo, ou "A origem das espécies", de Charles Darwin, em 205 porções de fácil digestão.
O site atraiu cerca de 100 mil assinantes desde que entrou em operação, em maio, e está acrescentando novos títulos em francês, italiano, espanhol e, dentro em breve, em alemão, o que vai permitir que os usuários desfrutem dos textos de Voltaire, Dante, Cervantes e Goethe no original. O DailyLit também planeja oferecer livros modernos, cobrando cerca de US$ 5 pelo acesso a eles (abaixo do preço de um livro de bolso, apontou um porta-voz), e planeja começar a distribuir aulas de idiomas da Berlitz via e-mail, talvez por volta do quarto trimestre.
É animador ter acesso a velhos favoritos como "O castelo encantado", de Edith Nesbit, publicado em 1907, em porções para leitura rápida. O DailyLit encontrou uma maneira nova de distribuir o conteúdo disponível há anos em outros sites, como o Project Gutenberg. Mas nenhum desses acervos de clássicos em domínio público conseguiu até agora resolver o problema da motivação do leitor.
Desde que conheci Dublin, no ano passado, estou com uma versão de "Retrato do artista quando jovem, de James Joyce, carregada em meu celular, equipado com o software da eReader necessário a propiciar uma leitura confortável. Mas ainda não me animei a começar a leitura. Talvez, dividir o livro em 103 pequenos trechos venha a ajudar. Por outro lado, as mensagens literárias talvez sirvam para aumentar ainda mais o acúmulo de conteúdo não utilizado na minha caixa de mensagens.
Victoria Shannon (Herald Tribune/Portal TERRA), 12.07.2007
Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009
Uma em cada cinco pessoas já 'traiu' por SMS, diz pesquisa

Uma em cada cinco pessoas admitiu já ter flertado fora do seu relacionamento usando mensagens de texto via celular, em uma pesquisa feita em oito paises europeus e asiáticos.
Os malaios foram os campeões das gracinhas via SMS - 40% deles disseram ter enviado torpedos sem seus parceiros saberem, mostrou o levantamento.
A pesquisa, conduzida pela empresa de tecnologia de informação LogicaCMG, ouviu mais de 8,5 mil pessoas nas Filipinas, Malásia, Indonésia, Cingapura, Rússia, Itália, Grã-Bretanha e Alemanha.
Em média, 12% dos relacionamentos nesses países começaram com uma mensagem de texto. Na Itália, um em cada três relacionamentos começou desta forma, afirma a pesquisa.
Enquanto um em cada dez cingapurianos já utilizaram o serviço de mensagens do celular para terminar seu relacionamento, essa proporção é de apenas 3% na Alemanha.
Germânicos também são os que mais confiam em seus parceiros ¿ apenas 7% deles disseram ter checado o celular do parceiro para descobrir mensagens 'suspeitas', contra uma média global de 20%.
A coordenadora de marketing da LogicaCMG, Jayne Chace, disse que, hoje em dia, existe "grande profundidade de emoções no simples ato de mandar e receber alguns caracteres de texto".
"As pessoas reagem profundamente quando o telefone alerta que chegou uma mensagem." A pesquisa mostrou que uma em cada seis pessoas prefere receber uma mensagem que um cartão ou uma caixa de chocolates no Dia dos Namorados.
A proporção é maior nas Filipinas, onde uma em cada três mulheres disse preferir um torpedo romântico para comemorar a data especial.
BBC Brasil, 14.02.2007
Os malaios foram os campeões das gracinhas via SMS - 40% deles disseram ter enviado torpedos sem seus parceiros saberem, mostrou o levantamento.
A pesquisa, conduzida pela empresa de tecnologia de informação LogicaCMG, ouviu mais de 8,5 mil pessoas nas Filipinas, Malásia, Indonésia, Cingapura, Rússia, Itália, Grã-Bretanha e Alemanha.
Em média, 12% dos relacionamentos nesses países começaram com uma mensagem de texto. Na Itália, um em cada três relacionamentos começou desta forma, afirma a pesquisa.
Enquanto um em cada dez cingapurianos já utilizaram o serviço de mensagens do celular para terminar seu relacionamento, essa proporção é de apenas 3% na Alemanha.
Germânicos também são os que mais confiam em seus parceiros ¿ apenas 7% deles disseram ter checado o celular do parceiro para descobrir mensagens 'suspeitas', contra uma média global de 20%.
A coordenadora de marketing da LogicaCMG, Jayne Chace, disse que, hoje em dia, existe "grande profundidade de emoções no simples ato de mandar e receber alguns caracteres de texto".
"As pessoas reagem profundamente quando o telefone alerta que chegou uma mensagem." A pesquisa mostrou que uma em cada seis pessoas prefere receber uma mensagem que um cartão ou uma caixa de chocolates no Dia dos Namorados.
A proporção é maior nas Filipinas, onde uma em cada três mulheres disse preferir um torpedo romântico para comemorar a data especial.
BBC Brasil, 14.02.2007
Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009
Rui amt mto, mto mto

Declaração de amor em linguagem SMS
Rui amt mto, mto mto... Ex tdo pra min... Amt t mto, mto mto mto!!!!!!! Max mexmo mto mto mto!!!! Dexkulpa ter exkecido a data!!!!!!Amt mto mto mto mexmo!!!
Posted by letterstoelise at abril 18, 2005 11:44 AM
Comments
O Amor é mesmo lindo, há que aproveitar! Boa Semana! Posted by: Anjinho at abril 18, 2005 11:58 AM
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Ah, obrigada! :D Sim, é verdade, o amor é WINDUH! Posted by: Elise at abril 18, 2005 01:58 PM
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Bem...o meu filho (só tem 15 anos) envia-me msg assim, para o ir buscar à escola! A primeira vez, que as li, fiquei "doida"... ai que o miúdo não sabe escrever português... Não sejas "cota" Mãe... é assim que se escreve! E esta, hem? Abraço ;-) Posted by: Menina_marota at abril 18, 2005 04:02 PM
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Lol Menina! Acho que eles escrevem kota! ahh... Mas será este o futuro da língua portuguesa? Há umas horas falei com um amigo francês e ele disse que nos exames universitários pedem aos alunos para escreverem em francês normal e não em francês sms... E esta hein??? Posted by: Elise at abril 18, 2005 04:05 PM
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Eu aceito as desculpas em forma de lasagna! Posted by: Rui Dias at abril 18, 2005 06:51 PM
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Respigado daqui
Rui amt mto, mto mto... Ex tdo pra min... Amt t mto, mto mto mto!!!!!!! Max mexmo mto mto mto!!!! Dexkulpa ter exkecido a data!!!!!!Amt mto mto mto mexmo!!!
Posted by letterstoelise at abril 18, 2005 11:44 AM
Comments
O Amor é mesmo lindo, há que aproveitar! Boa Semana! Posted by: Anjinho at abril 18, 2005 11:58 AM
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Ah, obrigada! :D Sim, é verdade, o amor é WINDUH! Posted by: Elise at abril 18, 2005 01:58 PM
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Bem...o meu filho (só tem 15 anos) envia-me msg assim, para o ir buscar à escola! A primeira vez, que as li, fiquei "doida"... ai que o miúdo não sabe escrever português... Não sejas "cota" Mãe... é assim que se escreve! E esta, hem? Abraço ;-) Posted by: Menina_marota at abril 18, 2005 04:02 PM
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Lol Menina! Acho que eles escrevem kota! ahh... Mas será este o futuro da língua portuguesa? Há umas horas falei com um amigo francês e ele disse que nos exames universitários pedem aos alunos para escreverem em francês normal e não em francês sms... E esta hein??? Posted by: Elise at abril 18, 2005 04:05 PM
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Eu aceito as desculpas em forma de lasagna! Posted by: Rui Dias at abril 18, 2005 06:51 PM
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Respigado daqui
Domingo, 15 de Fevereiro de 2009
Etnolets: Jovens da Cova da Moura criam nova forma de falar
«Wereo», «tuíscas», «roots» e «whatever» são algumas palavras que fazem parte do crioulo falado entre jovens nas ruas da Cova da Moura, em Lisboa, uma maneira própria de falar que está constantemente a evoluir e resulta de várias influências.
Muito do crioulo que se ouve falar quando se sobe pela Rua 08 de Dezembro, uma das entradas principais para o bairro Cova da Moura, dificilmente seria entendido em Cabo Verde, país de onde a maioria dos jovens que ali vivem e suas famílias são originários.
Na sua maioria nascidos em Portugal, poucos destes jovens conhecem Cabo Verde e aprendem a falar o crioulo através dos pais ou na rua, acabando por adaptá-lo à pluralidade da suas identidades e ao contexto em que vivem.
«O crioulo que falamos antes de ser de rua aprendemo-lo em casa. Com amigos é diferente: utilizamos palavras que surgem no dia-a-dia, que vamos assimilando e pondo em prática», explica à agência Lusa Kromo di Ghetto, cabo-verdiano de 25 anos.
«É uma mistura que resulta da música que ouvimos, das influências do português, inglês e francês.
Leia o artigo na íntegra
Diário Digital / Lusa, 21.02.2008
Muito do crioulo que se ouve falar quando se sobe pela Rua 08 de Dezembro, uma das entradas principais para o bairro Cova da Moura, dificilmente seria entendido em Cabo Verde, país de onde a maioria dos jovens que ali vivem e suas famílias são originários.
Na sua maioria nascidos em Portugal, poucos destes jovens conhecem Cabo Verde e aprendem a falar o crioulo através dos pais ou na rua, acabando por adaptá-lo à pluralidade da suas identidades e ao contexto em que vivem.
«O crioulo que falamos antes de ser de rua aprendemo-lo em casa. Com amigos é diferente: utilizamos palavras que surgem no dia-a-dia, que vamos assimilando e pondo em prática», explica à agência Lusa Kromo di Ghetto, cabo-verdiano de 25 anos.
«É uma mistura que resulta da música que ouvimos, das influências do português, inglês e francês.
Leia o artigo na íntegra
Diário Digital / Lusa, 21.02.2008
Sábado, 14 de Fevereiro de 2009
Software prevê quais palavras irão desaparecer

Cientistas britânicos identificaram algumas das palavras mais antigas do idioma inglês, entre as quais estão o "I" (eu), "we" (nós), "two" (dois) e "three" (três), a partir de um software que também prevê os termos que se extinguirão com mais rapidez.
O programa, elaborado pela Universidade de Reading, sudeste da Inglaterra, permite conhecer a evolução das palavras do inglês e dos demais idiomas com uma raiz comum indo-européia, que são a maioria das que são faladas desde a Índia até Europa Ocidental.
O software pode prever também algumas das palavras com maiores possibilidades de estar em vias de extinção, que, no caso da língua inglesa, são "squeeze" (aperto), "guts" (tripas), "stick" (graveto) e "bad" (mau), entre outras.
Os pesquisadores de Reading, dirigidos pelo biólogo especializado em evolução Mark Pagel, utilizaram um computador da universidade para fazer um acompanhamento exaustivo no tempo das palavras e de suas relações com termos de outras línguas.
Desta forma, conseguiram desenvolver estimativas sobre o tempo que leva para uma determinada palavra ancestral se distanciar e ser usada para o mesmo conceito por duas ou mais línguas distintas.
Essas estimativas foram integradas em um algoritmo, que permite conhecer matematicamente as palavras usadas em uma determinada data do passado e as que serão empregadas no futuro.
O programa oferece uma lista de palavras que não variaram muito desde sua raiz ancestral comum, palavras que oferecem sons similares às das "descendentes" modernas e cujos significados podem, portanto, ser reconhecíveis só pelo som.
No entanto, o modelo não pode identificar termos que existiram e que já se extinguiram e só pode sugerir, sem garantia de acerto total, como soaria uma palavra de hoje mil anos atrás.
A principal descoberta da investigação é que a freqüência com a qual uma palavra é usada e a permanência nas diferentes línguas evoluídas por causa de uma fala comum derivam em sua duração no tempo sem mudanças significativas, de modo que as mais comuns são, em linhas gerais, as mais antigas.
Outras palavras mudam muito rápido e são substituídas por outras, como por exemplo "dirty" (sujo), da qual, atualmente, existem 46 variantes nas línguas indo-européias, algo que também ocorre com as citadas "stick" (graveto) e "guts" (tripas).
Os verbos, constataram os pesquisadores, também tendem a mudar com rapidez, de modo que "push" (empurrar), "turn" (girar), "wipe" (enxugar) e "stab" (apunhalar) estão na lista dos termos que não serão empregados no inglês dentro de mil anos.
Na foto: Mark Pagel
EFE/Portal Terra, 26.02.1009
O programa, elaborado pela Universidade de Reading, sudeste da Inglaterra, permite conhecer a evolução das palavras do inglês e dos demais idiomas com uma raiz comum indo-européia, que são a maioria das que são faladas desde a Índia até Europa Ocidental.
O software pode prever também algumas das palavras com maiores possibilidades de estar em vias de extinção, que, no caso da língua inglesa, são "squeeze" (aperto), "guts" (tripas), "stick" (graveto) e "bad" (mau), entre outras.
Os pesquisadores de Reading, dirigidos pelo biólogo especializado em evolução Mark Pagel, utilizaram um computador da universidade para fazer um acompanhamento exaustivo no tempo das palavras e de suas relações com termos de outras línguas.
Desta forma, conseguiram desenvolver estimativas sobre o tempo que leva para uma determinada palavra ancestral se distanciar e ser usada para o mesmo conceito por duas ou mais línguas distintas.
Essas estimativas foram integradas em um algoritmo, que permite conhecer matematicamente as palavras usadas em uma determinada data do passado e as que serão empregadas no futuro.
O programa oferece uma lista de palavras que não variaram muito desde sua raiz ancestral comum, palavras que oferecem sons similares às das "descendentes" modernas e cujos significados podem, portanto, ser reconhecíveis só pelo som.
No entanto, o modelo não pode identificar termos que existiram e que já se extinguiram e só pode sugerir, sem garantia de acerto total, como soaria uma palavra de hoje mil anos atrás.
A principal descoberta da investigação é que a freqüência com a qual uma palavra é usada e a permanência nas diferentes línguas evoluídas por causa de uma fala comum derivam em sua duração no tempo sem mudanças significativas, de modo que as mais comuns são, em linhas gerais, as mais antigas.
Outras palavras mudam muito rápido e são substituídas por outras, como por exemplo "dirty" (sujo), da qual, atualmente, existem 46 variantes nas línguas indo-européias, algo que também ocorre com as citadas "stick" (graveto) e "guts" (tripas).
Os verbos, constataram os pesquisadores, também tendem a mudar com rapidez, de modo que "push" (empurrar), "turn" (girar), "wipe" (enxugar) e "stab" (apunhalar) estão na lista dos termos que não serão empregados no inglês dentro de mil anos.
Na foto: Mark Pagel
EFE/Portal Terra, 26.02.1009
Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009
Site promove "adoção" de palavras à beira da extinção
Novas palavras são incorporadas ao nosso vocabulário diariamente. Entretanto, outras acabam caindo em desuso. Para evitar isso, um site estimula a adoção de uma palavra pouco utilizada para que ela não suma do dicionário, noticiou o Lifehacker. O "Save the Words" é uma iniciativa da Oxford University Press, que relata que centenas de palavras da língua inglesa já estão extintas e sequer são reconhecidas pelo corretor ortográfico dos programas de edição, como o Microsoft Word ou o navegador Firefox.
Para encontrar que termos devem figurar no site, dicionaristas passam horas pesquisando o uso de palavras, e selecionando aquelas que foram esquecidas pela sociedade.
Ao navegar pelo site, centenas de palavras são dispostas na janela do navegador, como se fossem uma colagem de recortes de revistas. Ao passar o mouse sobre cada uma delas, as palavras "gritam" pelo alto-falante do PC, chamando o internauta para que as adote.
Após escolher uma palavra, é necessário se registrar no site, prometendo utilizar a palavra em conversas e correspondências o maior número de vezes possível. Um certificado de adoção é emitido após o procedimento.
Além de evitar que as palavras morram, o site estimula uma renovação no vocabulário, fazendo com que seus visitantes conheçam mais a respeito do significado de palavras pouco utilizadas. Para acessar o site, basta entrar em savethewords.org.
Magnet/Portal Terra, 04.02.2009
Para encontrar que termos devem figurar no site, dicionaristas passam horas pesquisando o uso de palavras, e selecionando aquelas que foram esquecidas pela sociedade.
Ao navegar pelo site, centenas de palavras são dispostas na janela do navegador, como se fossem uma colagem de recortes de revistas. Ao passar o mouse sobre cada uma delas, as palavras "gritam" pelo alto-falante do PC, chamando o internauta para que as adote.
Após escolher uma palavra, é necessário se registrar no site, prometendo utilizar a palavra em conversas e correspondências o maior número de vezes possível. Um certificado de adoção é emitido após o procedimento.
Além de evitar que as palavras morram, o site estimula uma renovação no vocabulário, fazendo com que seus visitantes conheçam mais a respeito do significado de palavras pouco utilizadas. Para acessar o site, basta entrar em savethewords.org.
Magnet/Portal Terra, 04.02.2009
Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009
Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???
Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola.primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas. Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto montanhoso? ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? ou cuantas estrofes tem um cuadrado? ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?
E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os lesiades', q é um livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.
Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiuassertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver??? O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e merdas de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. tarei a inzajerar?
Composição de um aluno do CEF-9.º Ano
Texto que circula por e-mail. Autoria desconhecida, podendo também duvidar-se da sua autenticidade.
E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os lesiades', q é um livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.
Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiuassertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver??? O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e merdas de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. tarei a inzajerar?
Composição de um aluno do CEF-9.º Ano
Texto que circula por e-mail. Autoria desconhecida, podendo também duvidar-se da sua autenticidade.
Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009
Acostumados a digitar, alunos têm aula de caligrafia
O hábito de escrever usando o computador acabou fazendo com que muitos estudantes perdessem a habilidade de escrever à mão, concluíram algumas escolas na Austrália. Agora, os jovens terão que passar por aulas de caligrafia.
O problema foi detectado quando uma grande quantidade de alunos foi reprovada nos exames para o equivalente ao ensino médio no Brasil, simplesmente por causa da escrita.
Nos exames, a não ser que comprovem algum fator limitante, os estudantes passam de 15 a 20 horas em um dia respondendo provas que são aceitas apenas preenchidas à mão.
Segundo o jornal The Sydney Morning Herald, esses estudantes apresentam grandes habilidades de digitação e facilmente superam os mais velhos na velocidade com que escrevem mensagens de texto no celular.
A troca da caneta pelo teclado vem dimiuindo a habilidade destes jovens em lidar rapidamente com o papel e conseqüentemente afetando seu desempenho acadêmico.
Essa situação vem levando escolas australianas a incluir aulas de caligrafia no currículo dos 11º e 12º anos do ciclo escolar básico (o equivalente ao ensino fundamental no Brasil, que tem apenas 9 anos).
Professores afirmam que tiveram que monitorar alunos para que tornassem suas caligrafias no mínimo legíveis para os examinadores, diz o The Inquirer.
John Vallance, da escola Sydney Grammar, reforça que a caligrafia é uma parte importante da personalidade do estudante, e essa geração não deve perdê-la. Vallance lembra ainda que a escola somente aceitará os exames preenchidos à mão.
Contudo, o NSW Board of Studies, órgão supervisor do currículo escolar das instituições australianas, diz estar analisando a incorporação de computadores às aulas, bem como aos exames. Por enquanto os alunos utilizam teclados apenas no teste de habilidades com o computador, no 10º ano escolar.
Magnet/Portal TERRA, 29.07.2008
O problema foi detectado quando uma grande quantidade de alunos foi reprovada nos exames para o equivalente ao ensino médio no Brasil, simplesmente por causa da escrita.
Nos exames, a não ser que comprovem algum fator limitante, os estudantes passam de 15 a 20 horas em um dia respondendo provas que são aceitas apenas preenchidas à mão.
Segundo o jornal The Sydney Morning Herald, esses estudantes apresentam grandes habilidades de digitação e facilmente superam os mais velhos na velocidade com que escrevem mensagens de texto no celular.
A troca da caneta pelo teclado vem dimiuindo a habilidade destes jovens em lidar rapidamente com o papel e conseqüentemente afetando seu desempenho acadêmico.
Essa situação vem levando escolas australianas a incluir aulas de caligrafia no currículo dos 11º e 12º anos do ciclo escolar básico (o equivalente ao ensino fundamental no Brasil, que tem apenas 9 anos).
Professores afirmam que tiveram que monitorar alunos para que tornassem suas caligrafias no mínimo legíveis para os examinadores, diz o The Inquirer.
John Vallance, da escola Sydney Grammar, reforça que a caligrafia é uma parte importante da personalidade do estudante, e essa geração não deve perdê-la. Vallance lembra ainda que a escola somente aceitará os exames preenchidos à mão.
Contudo, o NSW Board of Studies, órgão supervisor do currículo escolar das instituições australianas, diz estar analisando a incorporação de computadores às aulas, bem como aos exames. Por enquanto os alunos utilizam teclados apenas no teste de habilidades com o computador, no 10º ano escolar.
Magnet/Portal TERRA, 29.07.2008
Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008
Xperu k n m interpretem mal
Não queria parecer "menino do coro" mas acho lamentável o uso abusivo da linguagem MS pelos foruns nacionais.Queria pedir o favor aos users dest forum, pelo menos, de tentar reduzir ao máximo o uso deste tipo de linguagem.Já custa ler erros ortográficos involuntários...É uma pena distorcer o que demorou séculos a criar...Já agora, aproveitem para colocar pontuação correcta, não custa nada.Xperu k n m interpretem mal ok e so 1 xamada de atencao + nada jinhux e abraços.
Respigo extraído do Forum " Alfisti Portoghesi". (s/d)
Na íntegra, aqui
Respigo extraído do Forum " Alfisti Portoghesi". (s/d)
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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008
Taxa de crescimento pujante de 649,3%

(...) O volume de mensagens escritas cresceu de forma ainda mais expressiva. Se em
2004 foram registadas 2.518.156 milhares de SMS’s, em 2007 o volume ascendeu
ao impressionante número de 18.868.340 milhares. Ou seja uma taxa de
crescimento pujante de 649,3%. (...)
in "Indicadores Anuário da Comunicação 2006-2007", OBERCOM.
Versão integral aqui
2004 foram registadas 2.518.156 milhares de SMS’s, em 2007 o volume ascendeu
ao impressionante número de 18.868.340 milhares. Ou seja uma taxa de
crescimento pujante de 649,3%. (...)
in "Indicadores Anuário da Comunicação 2006-2007", OBERCOM.
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