terça-feira, 1 de junho de 2004

«Pa Sage a TaBa vo SMS » de Phil Marso - Le 1er livre en langage SMS


Nouveauté ! «Frayeurs SMS » - Le thriller news générations SMS + - Parution le 1er juin 2004

«Pa SAge a TaBa vo SMS» (32 pages - Editions Megacom-ik) de Phil Marso 6 €. (Port compris) et dédicacé par l'auteur. Vous contribuez à l'auto-financement du prochain livre de l'auteur et à l'organisation de la Journée Mondiale sans Téléphone portable le 6-7-8 février 2004. Commandez le livre dans sa version langue française.

L'histoar : Bob KanCro è surpri a min8 avk 1 s@c poubel rempli 2 mégo. La poliss le surveillè 2pui dê moa pr savoar s'il avè aréT 2 méfu. Au bou 2 24h 2 gardà-vu, Bob ne montre ok1n Dpendance 2 la 6garette. Lê keufs on lê nRRRR ! Le komisR Mafoin engAg le Dtektive JWB (John Wilson Bred) pr grilé à peti feu le susP, 24h sup'. Bob KanCro pRdra-t-il la 100T face à 1 acharneMen Trapeutik 2 rud épreuv ?

Traduction : Bob Cancéro est surpris à minuit avec un sac poubelle remplit de mégots. La police le surveillait depuis des mois pour savoir s'il avait arrêté de fumer. Au bout de 24 heures de garde à vue, Bob ne montre aucune dépendance de la cigarette. Les flics ont les nerfs ! Le commissaire Mafoin engage le détective John Wilson Bred pour griller à petit feu le suspect, 24 heures supplémentaires. Bob Cancéro perdra-t-il la santé face à un acharnement thérapeuthique de rude épreuve ?.
Phil Marso. Vous pouvez aussi le commander en librairie (France - Suisse - Belgique).

terça-feira, 1 de julho de 2003

Saiba mais sobre a linguagem dos celulares

DICIONÁRIO SMS

Palavra = Abreviatura
abraços = ()
beijos = bjs
beleza = blz
celular = cel
com = c/
como = c/o
demais = D+
eu te amo = ily ou ilu (i love you)
hoje = hj
igual = =
mais = +
mais ou menos = +-
mensagem = msg
mesmo = msm
não = ñ
obrigado = obg
obrigado= tks ou thx (thanks)
o quê? = k
porque = pq
para = p/
porque = pq
por favor = plz ou pls (please)
rindo alto = lol (laughing out loud)
qualquer = qq
quando = qdo
que = q s
ignifica = sg
também = tb
teclar = tc
vez = x
você = vc




Veja Jovens, Julho 2003


domingo, 20 de outubro de 2002

A ESCRITA (NÃO) VAI FICAR NA MÃO


Quem não se lembra do tempo em que os jornalistas saiam a campo armados de papel, lápis na orelha e bons conhecimentos de taquigrafia? Naquele tempo, escrever bem e rápido era uma virtude profissional. Depois chegaram as máquinas de escrever e todo escritório que se prezava tinha uma eficientíssima D. Gertrudes com a sua inseparável Remington.

Mas mesmo assim, escrever à máquina era privilégio de poucos, muitos não tinham curso de datilografia e ai de quem ousasse desafinar a Olivetti de estimação da D. Raimunda para dar uma desautorizada catilografada. O falecido Doutor Zenóbio, médico de família dos bons, prescrevia, com uma caneta Parker preto-reluzente, as suas receitas de Gardenal e outros al, ol, ix e on, que eram traduzidas pelo champollions que se debruçavam nos balcões das farmácias da cidade.

Já o filho dele, a quem o motorista até hoje trata por doutô-adevogado usava uma Montblanc que ganhara do pai tão logo colara grau. Usava, porque hoje, o douto advogado usa um Pentium IV, daqueles que a Hebe – aquela do sorriso com laquê - vive dizendo na TV que é o melhor computador do mundo. Na mesma TV onde o patrão dela, no seu show milionário, diz que a gente só deve comprar computador se tiver “Intel Inside”. A certidão de nascimento do Abravanel e a da sua funcionária certamente foram bordadas a mão por um escrivão que só tirava 10 na escola em caligrafia.

Mas agora que o velho escrivão pendurou as luvas e vive do INSS, documento de cartório é digitado em computador e autenticado com selo holográfico. O pediatra dos netos do Dr. Zenóbio também digita receita no Word e o cheque que a nora dele passa na butique é preenchido por uma maquininha esquisita que só deixa em branco o lugarzinho para ela assinar. Isso quando ela não usa o tal do Redeshop, o Visa Electron ou os diversos cartões crédito que espirram da carteira e fazem crescer os olhos dos trombadinhas.

A verdade é que o mundo agora é digital e as canetas BIC, que devem ter feito o pezinho do meia do Abravanel, quando era camelô, parece que vão virar acervo do museu da escrita. “Fonte Times New Roman, corpo 12”, é o lembrete da professora para os alunos que já vão abandonando a sala e terão que trazer o trabalho de história na segunda-feira. O garotão que cresceu vendo desenho de Maurício de Souza, diz que a praia dele agora é desenho digital e que criar desenhos na telinha usando aquela parada que a gente chama de mouse é mole, mole. Até porque enquanto curte o desenho na tela, entre uma linha e outra, ele digita um e-mail marcando encontro com a tchurma, dispara para todos de uma vez, e eles recebem em segundos. Melhor que SEDEX 10! Nem a romântica namoradinha dele usa caneta para escrever bilhetinhos, a mina prefere enviar torpedos pelo celular.

Mas nem tudo está perdido você pensou. A gente sempre vai ter que assinar um documentinho aqui, outro ali, não é verdade? Não é, não. Tem tanta gente especialista em falsificar assinaturas que os cientistas já estão cuidando de descobrir novas formas de identificação, como o reconhecimento da íris. Ah, mas alguém vai assinar contrato com a íris? Que tal assinarmos com a inimitável impressão digital?

Mas não fique triste nem com essa cara de saudosista decepcionado. As mãos que antes se ocupavam da escrita, além de digitar, vão ter mais tempo para bordar, esculpir, se apertar e para curtir o corpo do ser amado.


Artigo de António Carlos Silva Ferreira. Fotógrafo amador,ex-publicitário e Bancário da Caixa Econômica Federal. Reside em Salvador.
Publicado em "
Balaio de Notícias", Aracaju, Brasil.

quarta-feira, 12 de setembro de 2001

Linguagem e expressão no IRC

A Comunicação Mediada por Computador (CMC) constitui-se em um campo novo,que recém começa a ser explorado, especialmente no que diz respeito ao estudo do desenvolvimento e processo da comunicação em si. Dentro desta assertativa, de um modo especial, os chats (sistemas de “bate-papo” online) são o maior laboratório de desenvolvimento de linguagem, simbologia e significação que se conhece na Internet.
Primeiro, porque ali a linguagem precisa ser dinâmica para que a comunicação se efetue com sucesso, pois o chat simula uma conversação real, simultânea. Segundo, porque a comunicação entre os usuários dos diversos sistemas de chats dá-se de maneira interpessoal, atuando como uma conversa, só que sem os complexos “elementos não verbais” (entonação de voz, expressões faciais e corporais, etc.) que habitualmente permeiam esse tipo de relação comunicativai, limitando-se apenas a transmitir os caracteres do teclado, uma quantidade bastante limitada de símbolos. (...)

Raquel da Cunha Recuero (Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS)
Comunicação apresentada ao XXIV Congresso Brasileiro da Comunicação - Campo Grande / MS (Setembro 2001)
(versão integral aqui)